Texto (redação): Epidemia de dengue
Epidemia de dengue.
Cada vez mais divulgado na mídia,o assunto "Dengue", uma doença que a primeira vista parece inofensiva,mas na verdade é um vírus terrível e que pode levar a pessoa a óbito.
E para piorar ainda mais,foram descobertos dois novos tipos de vírus, transmitidos pelo mesmo mosquito portador do vírus da dengue.
São eles,chicungunha e a microcefalia.que ataca principalmente os bebês durante a gestação.
A dengue a muitos anos vem causando um grande número de mortes no país.e mesmo com toda informação disponibilizada seja ela na televisão,rádio,jornal ou postos de saúde. Muitos novos focos do mosquito São descobertos diariamente.precisamos evitar a proliferação do mosquito,deixando de armazenar recipientes destampados como garrafas,balses,vaso de flores,pneus entre outros. e denunciando através do disque-dengue novos focos. cujo os proprietários das residências não estejam tomando as devidas providências.
Quero saber nesta redação sem tem algo de errado e onde preciso melhorar obrigado.
Cada vez mais divulgado na mídia,o assunto "Dengue", uma doença que a primeira vista parece inofensiva,mas na verdade é um vírus terrível e que pode levar a pessoa a óbito.
E para piorar ainda mais,foram descobertos dois novos tipos de vírus, transmitidos pelo mesmo mosquito portador do vírus da dengue.
São eles,chicungunha e a microcefalia.que ataca principalmente os bebês durante a gestação.
A dengue a muitos anos vem causando um grande número de mortes no país.e mesmo com toda informação disponibilizada seja ela na televisão,rádio,jornal ou postos de saúde. Muitos novos focos do mosquito São descobertos diariamente.precisamos evitar a proliferação do mosquito,deixando de armazenar recipientes destampados como garrafas,balses,vaso de flores,pneus entre outros. e denunciando através do disque-dengue novos focos. cujo os proprietários das residências não estejam tomando as devidas providências.
Quero saber nesta redação sem tem algo de errado e onde preciso melhorar obrigado.
1 resposta
Olá,
Seu texto aborda um tema muito importante, mas contém incorreções médicas, problemas de pontuação e informalidades que precisam de correção para ter um tom adequado (como o formato de redação dissertativa).
Para orientar a correção, os principais pontos que você precisa melhorar incluem:
1) Correções médicas.
>> Saiba que a dengue possui 4 sorotipos diferentes, não sendo uma doença inofensiva. A chikungunya e a Zika são doenças causadas por vírus diferentes, também transmitidos pelo mosquito Aedes aegypti. A microcefalia é uma má-formação congênita, sendo uma das graves consequências associadas à infecção pelo Zika vírus em gestantes, e não um "tipo de vírus".
2) Erros de digitação e pontuação.
>> Há termos grafados incorretamente (como "balses" em vez de baldes) e muitos pontos finais colocados no meio de frases que deveriam ser conectadas usando vírgulas, o que deixa o texto cortado e com pouca fluidez.
3) Gramática.
>> Expressões informais como "a muitos anos" devem ser escritas como "há muitos anos".
4) Estrutura de redação.
>> Em uma dissertação, evite usar a primeira pessoa do plural ("precisamos"). É preferível adotar uma postura mais impessoal, focando no problema e nas soluções para toda a sociedade.
Para resolver isso, veja uma versão reescrita e corrigida com linguagem formal, ideal para uma redação escolar ou de concurso:
A epidemia de dengue tem se tornado uma pauta cada vez mais recorrente na mídia brasileira, evidenciando uma doença que, longe de ser inofensiva, pode levar a óbito. O cenário de saúde pública é agravado pela circulação de outras arboviroses transmitidas pelo mesmo vetor, o mosquito Aedes aegypti, como a chikungunya e o Zika vírus — este último associado a graves casos de microcefalia em bebês durante a gestação.
Embora campanhas de conscientização sejam amplamente divulgadas em diferentes meios de comunicação, a proliferação do mosquito continua, exigindo medidas práticas da sociedade. A eliminação dos focos de reprodução é a principal arma contra a doença, o que implica em manter recipientes como garrafas, baldes, vasos de flores e pneus devidamente tampados ou descartados. Além disso, é fundamental que a população colabore com as autoridades denunciando possíveis focos em residências vizinhas por meio de canais oficiais, como o Disque-Dengue, garantindo assim a segurança de toda a comunidade.
_ _ _ _
NOTAS:
(1) Em textos em português, apenas Zika deve ser escrito com letra inicial maiúscula, pois é derivado de um nome próprio (a Floresta Zika, em Uganda). Já dengue e chikungunya são substantivos comuns e devem ser grafados sempre com inicial minúscula.
(2) "Disque-Dengue" é grafado com iniciais maiúsculas porque funciona como o nome próprio ou a denominação oficial de um serviço específico de utilidade pública (instituído pelas prefeituras ou secretarias de saúde). Ele é composto por um termo substantivado ("disque") atrelado ao nome da doença. Além da letra maiúscula, por se tratar de um substantivo próprio de um programa ou canal de atendimento, a palavra também exige hífen, segundo as regras ortográficas.
O uso do hífen e da letra maiúscula em "Disque-Dengue" baseia-se em regras específicas do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990, vigente no Brasil e outros países lusófonos desde 1º de janeiro de 2009. Vejamos os tópicos:
1. A regra do hífen (Compostos com o verbo "disque").
>> O hífen é obrigatório porque "Disque-Dengue" é um substantivo composto que funciona como uma unidade de sentido (uma palavra nova criada a partir de duas). A regra gramatical determina o uso do hífen em palavras compostas por um verbo seguido de um substantivo (Disque [verbo] + Dengue [substantivo]). O mesmo ocorre em: disque-denúncia, guarda-chuva e para-raios.
2. A maiúscula após o hífen (Nomes de instituições e serviços).
>> A palavra "dengue" recebe inicial maiúscula após o hífen porque ela faz parte do nome próprio de um serviço público. Em títulos de programas, instituições, órgãos e serviços oficiais, todas as palavras principais (substantivos e adjetivos) devem começar com letra maiúscula. O hífen une as palavras, mas não anula o fato de que "Dengue" é o nome do programa. É uma convenção de escrita de nomes próprios compostos. Outros exemplos: Disque-Denúncia, Ministério da Educação, Língua Portuguesa.
Portanto, apenas para reforçar: se a palavra "dengue" estivesse isolada, ela seria um substantivo comum e ficaria em minúscula. No entanto, dentro do nome do serviço, ela vira um elemento do nome próprio.
_ _ _ _
Esperamos ter ajudado.
Até a próxima!
_ _ _ _
REFERÊNCIAS:
(1) PASCHOALIN, Maria Aparecida; SPADOTO, Neuza Terezinha. Minigramática. São Paulo: FTD, 1997.
(2) CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. 48ª ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2020.
(3) CUNHA, Celso; CINTRA, Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. 7ª ed. Rio de Janeiro: Lexikon, 2016.
(4) BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa. 39ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2019.
(5) ANGELO, Luana de Almeida. Um foco na dengue: a doença que ganha força em Santa Catarina em: Cotidiano - UFSC. Data de publicação: 28-09-2023.
(6) BEZERRA, Renata. Epidemiologista da UnB analisa surto de dengue no DF em: UnB (Universidade de Brasília) Notícias. Data de publicação: 15-02-2024.
Seu texto aborda um tema muito importante, mas contém incorreções médicas, problemas de pontuação e informalidades que precisam de correção para ter um tom adequado (como o formato de redação dissertativa).
Para orientar a correção, os principais pontos que você precisa melhorar incluem:
1) Correções médicas.
>> Saiba que a dengue possui 4 sorotipos diferentes, não sendo uma doença inofensiva. A chikungunya e a Zika são doenças causadas por vírus diferentes, também transmitidos pelo mosquito Aedes aegypti. A microcefalia é uma má-formação congênita, sendo uma das graves consequências associadas à infecção pelo Zika vírus em gestantes, e não um "tipo de vírus".
2) Erros de digitação e pontuação.
>> Há termos grafados incorretamente (como "balses" em vez de baldes) e muitos pontos finais colocados no meio de frases que deveriam ser conectadas usando vírgulas, o que deixa o texto cortado e com pouca fluidez.
3) Gramática.
>> Expressões informais como "a muitos anos" devem ser escritas como "há muitos anos".
4) Estrutura de redação.
>> Em uma dissertação, evite usar a primeira pessoa do plural ("precisamos"). É preferível adotar uma postura mais impessoal, focando no problema e nas soluções para toda a sociedade.
Para resolver isso, veja uma versão reescrita e corrigida com linguagem formal, ideal para uma redação escolar ou de concurso:
A epidemia de dengue tem se tornado uma pauta cada vez mais recorrente na mídia brasileira, evidenciando uma doença que, longe de ser inofensiva, pode levar a óbito. O cenário de saúde pública é agravado pela circulação de outras arboviroses transmitidas pelo mesmo vetor, o mosquito Aedes aegypti, como a chikungunya e o Zika vírus — este último associado a graves casos de microcefalia em bebês durante a gestação.
Embora campanhas de conscientização sejam amplamente divulgadas em diferentes meios de comunicação, a proliferação do mosquito continua, exigindo medidas práticas da sociedade. A eliminação dos focos de reprodução é a principal arma contra a doença, o que implica em manter recipientes como garrafas, baldes, vasos de flores e pneus devidamente tampados ou descartados. Além disso, é fundamental que a população colabore com as autoridades denunciando possíveis focos em residências vizinhas por meio de canais oficiais, como o Disque-Dengue, garantindo assim a segurança de toda a comunidade.
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NOTAS:
(1) Em textos em português, apenas Zika deve ser escrito com letra inicial maiúscula, pois é derivado de um nome próprio (a Floresta Zika, em Uganda). Já dengue e chikungunya são substantivos comuns e devem ser grafados sempre com inicial minúscula.
(2) "Disque-Dengue" é grafado com iniciais maiúsculas porque funciona como o nome próprio ou a denominação oficial de um serviço específico de utilidade pública (instituído pelas prefeituras ou secretarias de saúde). Ele é composto por um termo substantivado ("disque") atrelado ao nome da doença. Além da letra maiúscula, por se tratar de um substantivo próprio de um programa ou canal de atendimento, a palavra também exige hífen, segundo as regras ortográficas.
O uso do hífen e da letra maiúscula em "Disque-Dengue" baseia-se em regras específicas do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990, vigente no Brasil e outros países lusófonos desde 1º de janeiro de 2009. Vejamos os tópicos:
1. A regra do hífen (Compostos com o verbo "disque").
>> O hífen é obrigatório porque "Disque-Dengue" é um substantivo composto que funciona como uma unidade de sentido (uma palavra nova criada a partir de duas). A regra gramatical determina o uso do hífen em palavras compostas por um verbo seguido de um substantivo (Disque [verbo] + Dengue [substantivo]). O mesmo ocorre em: disque-denúncia, guarda-chuva e para-raios.
2. A maiúscula após o hífen (Nomes de instituições e serviços).
>> A palavra "dengue" recebe inicial maiúscula após o hífen porque ela faz parte do nome próprio de um serviço público. Em títulos de programas, instituições, órgãos e serviços oficiais, todas as palavras principais (substantivos e adjetivos) devem começar com letra maiúscula. O hífen une as palavras, mas não anula o fato de que "Dengue" é o nome do programa. É uma convenção de escrita de nomes próprios compostos. Outros exemplos: Disque-Denúncia, Ministério da Educação, Língua Portuguesa.
Portanto, apenas para reforçar: se a palavra "dengue" estivesse isolada, ela seria um substantivo comum e ficaria em minúscula. No entanto, dentro do nome do serviço, ela vira um elemento do nome próprio.
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Esperamos ter ajudado.
Até a próxima!
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REFERÊNCIAS:
(1) PASCHOALIN, Maria Aparecida; SPADOTO, Neuza Terezinha. Minigramática. São Paulo: FTD, 1997.
(2) CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. 48ª ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2020.
(3) CUNHA, Celso; CINTRA, Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. 7ª ed. Rio de Janeiro: Lexikon, 2016.
(4) BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa. 39ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2019.
(5) ANGELO, Luana de Almeida. Um foco na dengue: a doença que ganha força em Santa Catarina em: Cotidiano - UFSC. Data de publicação: 28-09-2023.
(6) BEZERRA, Renata. Epidemiologista da UnB analisa surto de dengue no DF em: UnB (Universidade de Brasília) Notícias. Data de publicação: 15-02-2024.